Tu é meiga e se fode, tu é fofa e se fode, tu é boazinha e se fode. O negócio é ser aquelas filha da puta que dá patada em todo mundo.
(Source: -burning)
"Não fui projetada para ser feliz 24 horas, eu choro poxa. Choro mesmo, choro um monte, choro rios. DE-SA-BO. Mas depois volto a ser forte outra vez e passa."
Thiara Macedo (sdpm)
Reblog se você gosta de uma dessas bandas: Avenged sevenfold, AC/DC, Bullet for my valentine,Cannibal corpse, Dio, Epica, Foo Fighters, Green Day, Guns n Roses, Korn, Kiss, Linkin Park, Queen, The Beatles, Ramones, Sex pistols, Iron maiden, Metallica, Red hot chili peppers, Slipknot, System of a down, Nirvana, Murderdolls, Stone Sour, Megadeth, Motorhead , The Pretty Reckless, The rolling stones, Skillet, Pink Floyd, Asking Alexandria, A day to remember, My chemical romance.
(Source: you-are-my-hate)
"Aprendi a viver, ou conviver, com a falta, a perda, a ausência… Certas coisas, não vale a pena ter de volta."
Anonymous: Você deveria seguir esses tumblrs: anti-sentimental , idealizar e sonetosdeamor .. escrevem bem e vão seguir os que gostarem, você n vai se arrepender *-*
aaa irei dar uma olhadinha..
Obrigado ^^
"Eu acordei assustada e ofegante. Aquele sonho me perseguia desde a minha infância e eu não sabia o que aquilo significava ─ eu já tentara entende-lo várias vezes. O estranho é que aquilo tudo tinha alguma coisa terrível e familiar, eu só precisava descobrir o que. Afastei o pensamento da minha cabeça no momento em que meu despertador tocou: já era hora de eu ir pra escola. Pulei da cama e me arrumei rapidamente. Tomei banho e enquanto penteava meus cabelos castanho-avermelhados me encarei no espelho por alguns minutos; meus olhos castanhos claros estavam com olheiras afinal havia muito tempo que eu não tinha uma noite tranquila de sono, sem pesadelos com pessoas mortas. Vesti meu uniforme, tomei café e sai de casa com o habitual beijo de despedida da minha mãe.
Meu nome é Stace Newton e eu tenho dezessete anos. Sou adotada e, meus pais adotivos me encontraram desmaiada na rua(eu tinha pouco mais de cinco anos). Eles me levaram a delegacia e tentaram descobrir o que havia acontecido comigo, mas não conseguiam nada, era como se eu nunca tivesse existido. Por fim minha mãe conseguiu a minha guarda na justiça e eu moro com eles desde então. A única coisa encontrada comigo, que poderia ter uma ligação com o meu passado, foi um estranho colar: sua corrente era de ouro e o pingente parecia ser um estranho brasão; ele tinha um pequeno bastão, do tamanho de uma agulha, porém mais grosso, e das duas extremidades dele, saiam duas cobras que se entrelaçavam formando um oito; no meio do bastão havia um pequeno olho, com uma pedra azul cravejada no lugar da íris. Era a pedra mais bonita que eu já vira em toda a minha vida. Não era como esses diamantes, ela possuía um brilho diferente, não era a luz do ambiente que influenciava o brilho dela, ela tinha um brilho próprio. Eu sempre usava o colar no pescoço, não por que ele era bonito, mas porque eu via nele uma ligação com o meu passado misterioso.
A escola não era longe da minha casa, eu tinha que andar uns três quarteirões apenas. Era um dia frio e nublado e o sol tentava sair de entre as nuvens, mas não conseguia. Já estava quase chegando na escola quando vi meus dois melhores amigos, Zetty e Jonhy. Zethy era magro e alto, e sempre tinha uma expressão séria e misteriosa no rosto; seus cabelos eram lisos e negros, assim como as roupas que ele sempre vestia; seus olhos, eu nunca soube de fato a cor dos olhos de Zatty, ele mudavam de cor dependendo da luz, as vezes eram castanhos claros, outras vezes de um verde muito bonito, mas hoje seus olhos estavam castanhos escuros. Há um tempo atrás eu tive um quedinha por ele, até que um dia eu espantei uns garotos que corriam atrás dele e o chamavam de “esquisito”, desde então nós somos amigos. Jonhy ao contrário, era alegre e sempre sorria, seu cabelo era loiro e ele sempre o penteava no estilo “moicano. Seus olhos eram negros e penetrantes. Jonny na mina opinião, era muito bonito apesar de eu nunca admitir isso. Ele foi a primeira pessoa que eu conheci na escola.
Eles me esperavam na esquina da rua onde ficava a escola. Fui me aproximando deles e Zetty sorrindo me disse:
─ Você está atrasada como sempre .
─ Na verdade não, agora são 7:55 estou perfeitamente dentro do horário ─ eu disse dando um soco de leve no ombro direito dele.
Olhei para Jonhy e ele fitava um homem do outro lado da rua. O homem estava com um sobretudo preto e quase não dava pra ver o seu rosto pois ele usava um chapéu.
─ Jonhy o que foi? ─ eu disse olhando seu rosto desconfiado.
─ Aquele homem, ela estava te encarando desde o momento que você atravessou a rua ─ disse ele sem desviar os olhos do homem.
Olhei mais uma vez para o homem, agora que Jonhy tinha falado eu recoradava que ele realmente não parava de me encarar. Zatty me encarava tentando decifrar o que eu estava pensando. Foi quando eu, desastrada como sempre, deixei minha mochila cair. Abaixei para apanha-la, e quando fiz isso o meu colar ficou visível a todos. Ele brilhava mais do que eu já o vira brilhar, um brilho intenso e azul. Eu não sabia o que aquilo significava e nem tive muito tempo pra pensar no assunto, porque em menos de dois segundos o homem estava do mesmo lado da rua onde nós estávamos. Então várias coisas aconteceram ao mesmo tempo: o homem levantou o chapéu e eu pude ver o rosto dele, seus olhos eram completamente pretos, não havia o branco que todos nós temos normalmente; de dentro da pele do seu pescoço saia um pássaro negro, um corvo. Eu estava apavorada, olhei para meus amigo. Zetty não demonstrava tanta surpresa quanto Jonhy: ele estava como eu, paralisado encarando o homem de preto. Voltei a encará-lo enquanto saiam corvos de todo o seu corpo, de repente não existia mais um corpo, seu sobretudo caiu no chão e dezenas de corvos voavam pela rua em minha direção. Eu não sabia o que fazer, estava paralisada no mesmo lugar e as pessoas corriam e gritavam do nuvem de corvos que vinha em minha direção. Zetty pulou em cima de mim me tirando da linha de fogo, pegou minha mão e saiu correndo me levando. Jonhy vinha correndo e a nuvem de corvos vinha atrás nos perceguindo. Um deles arrancava alguns fios do meu cabelo com o bico enquanto o outro, estava bicando o meu ombro direito, que sangrava ─ eu gritava de dor. Jonhy os espantou com um livro de química que ele tinha em mãos. Zetty nos levava pra uma rua sem saída que ficava ali perto.
─ ZETHY O QUE ESTÁ ACONTECENDO? ─ eu gritava para ele.
─ Venham, eu tenho um plano. Corram mais rápido! ─ disse ele em meio aos meus gritos.
Entramos na rua sem saída, só havia um muro no final dela. Nós estávamos encurralados iam ser devorados por corvos assassinos. Foi quando eu olhei para o meu colar. Eu não havia reparado antes mas ele brilhava tão forte que eu não conseguia encará-lo por muito tempo. Ele criou uma espécie de barreira de luz, onde os corvos não conseguiam passar, eles recuavam e iam embora. Os que ousavam passar era desintegrados pela forte luz. Estávamos salvos ─ eu pensei. O que eu não sabia, era que esse alívio não duraria por muito tempo."
Meu nome é Stace Newton e eu tenho dezessete anos. Sou adotada e, meus pais adotivos me encontraram desmaiada na rua(eu tinha pouco mais de cinco anos). Eles me levaram a delegacia e tentaram descobrir o que havia acontecido comigo, mas não conseguiam nada, era como se eu nunca tivesse existido. Por fim minha mãe conseguiu a minha guarda na justiça e eu moro com eles desde então. A única coisa encontrada comigo, que poderia ter uma ligação com o meu passado, foi um estranho colar: sua corrente era de ouro e o pingente parecia ser um estranho brasão; ele tinha um pequeno bastão, do tamanho de uma agulha, porém mais grosso, e das duas extremidades dele, saiam duas cobras que se entrelaçavam formando um oito; no meio do bastão havia um pequeno olho, com uma pedra azul cravejada no lugar da íris. Era a pedra mais bonita que eu já vira em toda a minha vida. Não era como esses diamantes, ela possuía um brilho diferente, não era a luz do ambiente que influenciava o brilho dela, ela tinha um brilho próprio. Eu sempre usava o colar no pescoço, não por que ele era bonito, mas porque eu via nele uma ligação com o meu passado misterioso.
A escola não era longe da minha casa, eu tinha que andar uns três quarteirões apenas. Era um dia frio e nublado e o sol tentava sair de entre as nuvens, mas não conseguia. Já estava quase chegando na escola quando vi meus dois melhores amigos, Zetty e Jonhy. Zethy era magro e alto, e sempre tinha uma expressão séria e misteriosa no rosto; seus cabelos eram lisos e negros, assim como as roupas que ele sempre vestia; seus olhos, eu nunca soube de fato a cor dos olhos de Zatty, ele mudavam de cor dependendo da luz, as vezes eram castanhos claros, outras vezes de um verde muito bonito, mas hoje seus olhos estavam castanhos escuros. Há um tempo atrás eu tive um quedinha por ele, até que um dia eu espantei uns garotos que corriam atrás dele e o chamavam de “esquisito”, desde então nós somos amigos. Jonhy ao contrário, era alegre e sempre sorria, seu cabelo era loiro e ele sempre o penteava no estilo “moicano. Seus olhos eram negros e penetrantes. Jonny na mina opinião, era muito bonito apesar de eu nunca admitir isso. Ele foi a primeira pessoa que eu conheci na escola.
Eles me esperavam na esquina da rua onde ficava a escola. Fui me aproximando deles e Zetty sorrindo me disse:
─ Você está atrasada como sempre .
─ Na verdade não, agora são 7:55 estou perfeitamente dentro do horário ─ eu disse dando um soco de leve no ombro direito dele.
Olhei para Jonhy e ele fitava um homem do outro lado da rua. O homem estava com um sobretudo preto e quase não dava pra ver o seu rosto pois ele usava um chapéu.
─ Jonhy o que foi? ─ eu disse olhando seu rosto desconfiado.
─ Aquele homem, ela estava te encarando desde o momento que você atravessou a rua ─ disse ele sem desviar os olhos do homem.
Olhei mais uma vez para o homem, agora que Jonhy tinha falado eu recoradava que ele realmente não parava de me encarar. Zatty me encarava tentando decifrar o que eu estava pensando. Foi quando eu, desastrada como sempre, deixei minha mochila cair. Abaixei para apanha-la, e quando fiz isso o meu colar ficou visível a todos. Ele brilhava mais do que eu já o vira brilhar, um brilho intenso e azul. Eu não sabia o que aquilo significava e nem tive muito tempo pra pensar no assunto, porque em menos de dois segundos o homem estava do mesmo lado da rua onde nós estávamos. Então várias coisas aconteceram ao mesmo tempo: o homem levantou o chapéu e eu pude ver o rosto dele, seus olhos eram completamente pretos, não havia o branco que todos nós temos normalmente; de dentro da pele do seu pescoço saia um pássaro negro, um corvo. Eu estava apavorada, olhei para meus amigo. Zetty não demonstrava tanta surpresa quanto Jonhy: ele estava como eu, paralisado encarando o homem de preto. Voltei a encará-lo enquanto saiam corvos de todo o seu corpo, de repente não existia mais um corpo, seu sobretudo caiu no chão e dezenas de corvos voavam pela rua em minha direção. Eu não sabia o que fazer, estava paralisada no mesmo lugar e as pessoas corriam e gritavam do nuvem de corvos que vinha em minha direção. Zetty pulou em cima de mim me tirando da linha de fogo, pegou minha mão e saiu correndo me levando. Jonhy vinha correndo e a nuvem de corvos vinha atrás nos perceguindo. Um deles arrancava alguns fios do meu cabelo com o bico enquanto o outro, estava bicando o meu ombro direito, que sangrava ─ eu gritava de dor. Jonhy os espantou com um livro de química que ele tinha em mãos. Zetty nos levava pra uma rua sem saída que ficava ali perto.
─ ZETHY O QUE ESTÁ ACONTECENDO? ─ eu gritava para ele.
─ Venham, eu tenho um plano. Corram mais rápido! ─ disse ele em meio aos meus gritos.
Entramos na rua sem saída, só havia um muro no final dela. Nós estávamos encurralados iam ser devorados por corvos assassinos. Foi quando eu olhei para o meu colar. Eu não havia reparado antes mas ele brilhava tão forte que eu não conseguia encará-lo por muito tempo. Ele criou uma espécie de barreira de luz, onde os corvos não conseguiam passar, eles recuavam e iam embora. Os que ousavam passar era desintegrados pela forte luz. Estávamos salvos ─ eu pensei. O que eu não sabia, era que esse alívio não duraria por muito tempo."


Hi, sou a Miriã.Costumo não enchergar apenas a beleza física das pessoas e sim o caráter delas. Tenho que adimitir que tenho medos, mas eles nunca me faram desistir de algo. Sei que Deus está comigo para o que for. Não costumo esperar coisas boas das pessoas. Depois de um certo tempo você se decepciona. Quase sempre assim. Mas há os que me faz me levantar da cama mesmo com toda preguiça. Estes sim levarei comigo para sempre.
